Banco Master: como começou o caso que anos depois chegaria ao centro de uma crise no STF
Banco Master: como começou o caso que anos depois chegaria ao centro de uma crise no STF
Dossiê RBL Em Foco reconstrói a trajetória do Banco Master desde o antigo Banco Máxima até a liquidação e a investigação que posteriormente chegaria ao STF. DOSSIÊ RBL EM FOCO | CASO BANCO MASTER
CAPÍTULO 1
Banco Master: como começou o caso que anos depois chegaria ao centro de uma crise no STF
Antes das mensagens de Daniel Vorcaro, da disputa entre Alexandre de Moraes e André Mendonça e da sessão extraordinária do Supremo, existia uma história financeira que começou muito antes. Para entender o Caso Banco Master, é preciso voltar ao Banco Máxima, à entrada de Vorcaro, ao crescimento acelerado por CDBs, à relação com o BRB e às decisões que antecederam a liquidação da instituição.
Por RBL Magazine | RBL Em Foco
Dossiê Caso Banco Master | Capítulo 1
11 de setembro de 2026
DOSSIÊ BANCO MASTER | ONDE ESTAMOS
Este é o primeiro capítulo do Dossiê Banco Master da RBL Em Foco. A série reconstrói, a partir de documentos públicos, decisões oficiais e reportagens verificadas, como a trajetória de uma instituição financeira terminou produzindo uma investigação bilionária e uma crise institucional que chegou ao plenário do Supremo Tribunal Federal.
Neste primeiro capítulo, a pergunta é anterior a todas as outras:
Como tudo começou?
PARA ENTENDER O CASO MASTER, É PRECISO VOLTAR ANTES DO MASTER
Em setembro de 2026, quem acompanha as notícias sobre o Banco Master encontra uma sucessão de nomes e acontecimentos difíceis de conectar.
Daniel Vorcaro.
Banco Master.
BRB.
Banco Central.
Polícia Federal.
Operação Compliance Zero.
Alexandre de Moraes.
André Mendonça.
Edson Fachin.
PGR.
PET 16.662.
PET 16.704.
Inquérito 4.781.
E uma sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal marcada para 15 de setembro.
Mas essa história não começou no STF.
Também não começou com a Polícia Federal.
E sequer começou com uma instituição chamada Banco Master.
Para entender como chegamos até aqui, precisamos voltar quase uma década.
ANTES DO MASTER, EXISTIA O BANCO MÁXIMA
O Banco Master é resultado da transformação do antigo Banco Máxima, instituição que já enfrentava dificuldades antes da chegada de Daniel Vorcaro.
O Máxima tinha forte exposição ao mercado imobiliário e sofreu com a deterioração de sua carteira de crédito durante a crise econômica brasileira da metade da década passada.
Foi nesse contexto que Vorcaro, empresário mineiro cuja família tinha negócios ligados ao setor imobiliário, aproximou-se da instituição.
Uma extensa reconstrução publicada pela revista Piauí relata que Vorcaro conheceu o então controlador do Máxima, Saul Sabbá, em 2016 e recebeu a oportunidade de adquirir o banco, que atravessava uma situação financeira delicada.
O processo não aconteceu de uma vez.
Documentos e reconstruções posteriores situam a entrada de Vorcaro no capital do banco em 2017, seguida de uma operação para aquisição do controle.
A mudança dependia da autorização do Banco Central.
Essa autorização só seria concluída em 2019.
Esse período é importante porque uma das questões que o Dossiê RBL investigará nos próximos capítulos é justamente:
de onde vieram os recursos, ativos e estruturas utilizados na transformação do antigo Banco Máxima?
Essa pergunta ganhou nova relevância em 2026, quando processos administrativos e investigações posteriores passaram a reexaminar operações realizadas justamente naquele período.
UMA CAPITALIZAÇÃO DE CENTENAS DE MILHÕES
Depois da mudança societária, o banco passou por uma profunda reestruturação.
Os novos acionistas realizaram aportes que chegaram a aproximadamente R$ 400 milhões, segundo informações divulgadas pela própria instituição e reconstruções sobre a transformação do Máxima.
A estratégia também mudou.
O banco reduziu sua dependência do crédito imobiliário e passou a diversificar a atuação para segmentos como crédito consignado, crédito pessoal, serviços financeiros, seguros, operações estruturadas e banco de investimento.
Em 2021, a transformação ganhou uma nova identidade.
O Banco Máxima passou oficialmente a se chamar:
BANCO MASTER
O próprio relatório de administração do primeiro semestre de 2021 descreve o Banco Master como a “nova denominação social e marca do antigo Banco Máxima” e associa a mudança à entrada de uma nova estrutura societária e administrativa.
O Master que posteriormente se tornaria protagonista de uma das maiores crises financeiras recentes do Brasil começava a tomar sua forma definitiva.
O MODELO QUE ACELEROU O CRESCIMENTO
Uma das características que tornaram o Banco Master conhecido no mercado foi sua estratégia agressiva de captação.
Enquanto grandes instituições financeiras normalmente ofereciam CDBs remunerados próximos ao CDI, o Master passou a oferecer remunerações muito superiores.
Em determinados momentos, os títulos chegaram a pagar entre 120% e 140% do CDI.
Para compreender por que isso importa, é preciso entender o mecanismo.
Quando um investidor compra um CDB, na prática está emprestando dinheiro ao banco.
O banco promete devolver esse dinheiro posteriormente acrescido de juros.
Portanto:
quanto maior a remuneração oferecida, maior tende a ser o custo de captação da instituição.
O Master conseguiu atrair bilhões de reais dessa maneira.
E havia outro componente essencial para tornar os papéis atraentes.
O FGC ERA PARTE IMPORTANTE DA EQUAÇÃO
Os CDBs do Master estavam abrangidos pelas regras do Fundo Garantidor de Créditos, dentro dos limites aplicáveis.
Para muitos investidores, isso modificava a percepção do risco.
Mesmo que um banco menor oferecesse uma remuneração muito superior à dos grandes bancos, o investidor poderia estruturar sua aplicação respeitando o limite de cobertura do FGC.
O teto ordinário de garantia é de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição ou conglomerado financeiro, observadas as demais regras do fundo.
Essa combinação ajudou a tornar o produto especialmente atraente:
rentabilidade elevada + proteção do FGC dentro dos limites da garantia.
Em 2024, o Master terminou o ano com aproximadamente R$ 30,8 bilhões apenas em depósitos de CDB, segundo dados divulgados à época.
O banco crescia.
E crescia rapidamente.
EM 2024, O MASTER APRESENTAVA NÚMEROS IMPRESSIONANTES
O balanço divulgado pela instituição para 2024 mostrava uma empresa em forte expansão.
O Master informou:
R$ 1,068 bilhão de lucro líquido;
R$ 4,7 bilhões de patrimônio líquido;
R$ 63 bilhões em ativos totais;
e aproximadamente
R$ 49,3 bilhões em depósitos a prazo e depósitos interfinanceiros.
Os ativos haviam crescido cerca de 75% em apenas um ano, enquanto o lucro divulgado havia dobrado em relação a 2023.
À primeira vista, eram números de uma instituição em expansão acelerada.
Mas havia uma pergunta que se tornaria cada vez mais importante:
O que existia do outro lado dessa captação?
Um banco pode captar bilhões.
Mas precisa aplicar esses recursos em ativos capazes de gerar retorno suficiente para pagar o custo do dinheiro captado.
Essa relação entre captação, qualidade dos ativos, liquidez e capacidade de honrar os passivos é uma das chaves para compreender tudo que aconteceria posteriormente.
ENTRA EM CENA O BRB
Em 2025, uma operação mudou definitivamente o nível de atenção sobre o Master.
O Banco de Brasília, o BRB, controlado pelo governo do Distrito Federal, anunciou acordo para adquirir participação relevante no banco de Daniel Vorcaro.
Pelo negócio anunciado em março de 2025, o BRB pretendia adquirir 49% das ações ordinárias, 100% das ações preferenciais e aproximadamente 58% do capital total do Master.
A operação era estimada em cerca de R$ 2 bilhões.
Tratava-se de uma transformação significativa.
Uma instituição controlada pelo poder público estava se preparando para assumir participação majoritária no banco privado que havia crescido agressivamente nos anos anteriores.
Mas havia uma condição indispensável:
O BANCO CENTRAL PRECISAVA APROVAR.
O BANCO CENTRAL DISSE NÃO
O pedido foi protocolado em março de 2025.
Durante meses, a operação ficou sob análise regulatória.
Em 3 de setembro de 2025, veio a decisão.
O Banco Central indeferiu a aquisição.
O BRB informou oficialmente ao mercado que havia sido comunicado da rejeição do pedido apresentado em 28 de março.
O contrato previa sua rescisão caso a autorização regulatória não fosse obtida.
A compra do Master pelo BRB, portanto, não se concretizou.
Mas isso não encerrou a relação entre os dois bancos.
Pelo contrário.
Essa relação se tornaria uma das partes mais importantes da investigação posterior.
R$ 22,9 BILHÕES EM CARTEIRAS
Documentos revelados em 2026 mostram a dimensão da exposição do BRB às operações relacionadas ao Master.
Entre julho de 2024 e outubro de 2025, o BRB adquiriu aproximadamente R$ 22,9 bilhões em carteiras de crédito do Banco Master e do Will Bank, segundo documentação apresentada pelo próprio BRB ao STF e tornada pública após o levantamento do sigilo.
O número muda a dimensão da história.
Estamos falando de dezenas de bilhões de reais em ativos negociados entre instituições financeiras.
Posteriormente, parte dessas operações entrou no centro das investigações.
Em 2026, o BRB passou a sustentar judicialmente que teria sido vítima de possível fraude e que não participou de eventuais ilícitos.
Essa posição é uma alegação da instituição e não deve ser confundida com uma conclusão judicial definitiva.
Mas ela introduz uma pergunta central para o dossiê:
O que exatamente havia nas carteiras vendidas ao BRB?
Esse será objeto de um capítulo específico desta série.
17 DE NOVEMBRO DE 2025: A PRISÃO DE DANIEL VORCARO
A história deixou definitivamente o campo exclusivamente financeiro quando Daniel Vorcaro foi preso pela Polícia Federal.
A prisão ocorreu no Aeroporto Internacional de Guarulhos, quando ele se preparava para viajar ao exterior.
Documentos posteriormente tornados públicos passaram a ser examinados pela PF para determinar se Vorcaro possuía conhecimento antecipado da investigação e se a viagem constituía tentativa de fuga.
A defesa apresentou versão diferente e sustentou que a viagem tinha finalidade empresarial.
Essas circunstâncias continuam integrando as investigações e serão examinadas separadamente pelo Dossiê RBL.
Mas o dia seguinte produziria um acontecimento ainda maior.
18 DE NOVEMBRO DE 2025: O BANCO CENTRAL LIQUIDA O MASTER
Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master S.A., do Banco Master de Investimento, do Letsbank e da Master Corretora.
Também foi estabelecido Regime Especial de Administração Temporária para o Banco Master Múltiplo.
A justificativa oficial do Banco Central é fundamental para compreender a gravidade da decisão.
Segundo a autoridade monetária, a medida foi motivada por:
“grave crise de liquidez”,
“comprometimento significativo” da situação econômico-financeira e
“graves violações às normas” do Sistema Financeiro Nacional.
O Banco Central também determinou a indisponibilidade dos bens dos controladores e ex-administradores das instituições submetidas aos regimes especiais.
Era o fim do Banco Master como instituição financeira em funcionamento regular.
Mas era apenas o começo do Caso Banco Master.
O TAMANHO DA CONTA APARECERIA DEPOIS
A liquidação desencadeou a atuação do Fundo Garantidor de Créditos.
E os números ajudam a dimensionar o tamanho da instituição que havia sido construída.
Somente no primeiro semestre de 2026, o FGC informou ter desembolsado aproximadamente R$ 40,2 bilhões para cerca de 722 mil clientes ligados ao conglomerado formado por Master, Master Investimentos e Letsbank.
Isso não significa que R$ 40,2 bilhões correspondam automaticamente ao valor de uma fraude.
São conceitos diferentes.
O desembolso do FGC representa garantias pagas aos credores elegíveis após a liquidação das instituições.
A extensão de eventuais fraudes, responsabilidades individuais e prejuízos definitivos depende das respectivas investigações e processos.
Essa distinção será mantida durante todo este dossiê.
E ENTÃO A POLÍCIA FEDERAL COMEÇOU A ABRIR A CAIXA
A investigação policial passou a examinar as operações financeiras, carteiras de crédito, empresas, fundos, transferências, intermediários e relacionamentos que orbitavam o Master.
Nesse processo, aparelhos eletrônicos foram apreendidos.
Entre eles estava o celular de Daniel Vorcaro.
E é nesse ponto que uma investigação sobre um banco começa a se transformar em algo muito maior.
Os investigadores passaram a analisar mensagens, contatos, documentos e registros armazenados no aparelho.
Segundo relatórios policiais posteriormente tornados públicos, surgiram elementos que levaram a PF a investigar a possibilidade de que Vorcaro tivesse acesso antecipado a informações sobre investigações e mantivesse uma rede de relacionamentos capaz de acompanhar movimentos de autoridades e instituições.
Essa é uma hipótese investigativa da Polícia Federal, não uma conclusão judicial definitiva.
Mas o conteúdo extraído do telefone acabaria levando a investigação a um lugar completamente diferente.
DO BANCO MASTER AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Entre os elementos encontrados apareceram comunicações envolvendo pessoas com prerrogativa de foro.
E entre os nomes que entrariam no centro da crise estava o ministro do STF Alexandre de Moraes.
A partir desse momento, surgiu um problema jurídico de enorme dimensão:
o que a Polícia Federal deveria fazer ao encontrar elementos relacionados a um ministro do próprio Supremo?
E quem poderia autorizar o aprofundamento dessa investigação?
Foi nesse ponto que entrou o ministro André Mendonça.
Depois vieram a PET 16.662, a atuação da PGR, o Inquérito 4.781, a intervenção do presidente do STF, Edson Fachin, e a criação da PET 16.704.
Em setembro de 2026, o conflito chegou ao ponto de o Supremo convocar uma sessão extraordinária para discutir questões relacionadas ao material produzido pela Polícia Federal e à própria validade do caminho utilizado para obtê-lo e aprofundá-lo.
Mas essa é outra parte da história.
E para compreendê-la, primeiro precisamos abrir a investigação que mudou tudo.
O PRÓXIMO CAPÍTULO
CAPÍTULO 2 — A ASCENSÃO DO BANCO MASTER
Como um banco em dificuldades se transformou em uma instituição com R$ 63 bilhões em ativos, captando bilhões por meio de CDBs que chegaram a pagar até 140% do CDI — e por que esse modelo passou a preocupar o mercado.
No próximo capítulo, o Dossiê RBL Em Foco entra na engenharia financeira do crescimento do Master.
Porque antes de perguntar quem Daniel Vorcaro conhecia, precisamos compreender:
COMO O BANCO DE DANIEL VORCARO GANHAVA DINHEIRO?
LINHA DO TEMPO | DO BANCO MÁXIMA À CRISE DO MASTER
2016 — Banco Máxima enfrenta dificuldades. A instituição, fortemente exposta ao crédito imobiliário, atravessa problemas financeiros. É nesse contexto que Daniel Vorcaro se aproxima do controlador do banco.
2017 — Vorcaro entra na operação. Começa o processo de aquisição e mudança de controle do Banco Máxima. A operação ainda dependia da autorização do Banco Central.
2019 — Banco Central autoriza a mudança de controle. Depois de um processo regulatório que durou aproximadamente dois anos, a nova estrutura societária é aprovada.
2021 — Nasce oficialmente a marca Banco Master. O antigo Banco Máxima passa a utilizar a nova denominação e identidade depois da reorganização societária e operacional.
2021–2024 — Crescimento acelerado. O Master amplia suas operações e utiliza intensamente CDBs com remuneração elevada para captar recursos. Em determinados momentos, os papéis chegaram à faixa de 120% a 140% do CDI.
2024 — Master chega a R$ 63 bilhões em ativos. O balanço divulgado pela instituição aponta lucro líquido de R$ 1,068 bilhão, patrimônio líquido de R$ 4,7 bilhões e forte crescimento anual.
Julho de 2024 a outubro de 2025 — BRB adquire carteiras. Documentação posteriormente revelada informa aproximadamente R$ 22,9 bilhões em carteiras adquiridas do Master e Will Bank.
28 de março de 2025 — BRB protocola operação de aquisição. O banco estatal pretende adquirir 58% do capital total do Master, sujeito à autorização regulatória.
3 de setembro de 2025 — Banco Central rejeita a compra. O BRB comunica ao mercado que o BC indeferiu a aquisição do Master.
17 de novembro de 2025 — Daniel Vorcaro é preso. A prisão ocorre em Guarulhos quando o banqueiro se preparava para viajar ao exterior. As circunstâncias da viagem posteriormente se tornam parte relevante da investigação.
18 de novembro de 2025 — Banco Central liquida o Master. A autoridade monetária cita grave crise de liquidez, comprometimento da situação econômico-financeira e graves violações às normas do sistema financeiro.
2026 — Investigações se expandem. A análise de documentos, operações e dispositivos eletrônicos apreendidos produz novas frentes de investigação.
Setembro de 2026 — O caso chega ao centro do STF. Relatórios da PF, informações encontradas no celular de Vorcaro e elementos envolvendo autoridades provocam disputa sobre competência, validade das diligências e destino das provas.
15 de setembro de 2026 — STF tem sessão extraordinária marcada. O plenário deverá enfrentar questões que nasceram das investigações do Master e acabaram produzindo um conflito institucional dentro do próprio Supremo.
REFERÊNCIAS E DOCUMENTOS
Banco Central do Brasil — Nota oficial de 18/11/2025. Documento primário que registra a liquidação do Banco Master e apresenta as razões oficiais para a medida.
Banco Central — liquidação extrajudicial do Banco Master
Banco Central do Brasil — Comunicado nº 44.234/2025. Registra formalmente a decretação da liquidação do Banco Master, a nomeação do liquidante e a indisponibilidade de bens de controladores e ex-administradores.
Comunicado nº 44.234 do Banco Central
Banco Master — Demonstrações Financeiras de junho de 2021. Documento histórico da própria instituição que registra que Banco Master e Grupo Master passaram a ser a denominação e marca do antigo Banco Máxima e Grupo Máxima.
Relatório da Administração do Banco Master — 2021
Agência Brasil — 03/09/2025. Registra o indeferimento, pelo Banco Central, da aquisição do Master pelo BRB e os percentuais da operação proposta.
BC rejeita compra do Master pelo BRB
Reuters — 03/09/2025. Registra os termos do negócio BRB–Master, a participação pretendida e a consequência contratual da rejeição pelo Banco Central.
Reuters — Banco Central rejeita aquisição do Master pelo BRB
Revista Piauí — Perfil de Daniel Vorcaro. Reconstrução histórica da chegada de Vorcaro ao Banco Máxima, do processo de autorização perante o BC e da transformação da instituição.
A trajetória de Daniel Vorcaro e a origem do Banco Master
UOL — CDBs do Banco Master. Registra a estratégia de captação com remunerações entre 120% e 140% do CDI e aproximadamente R$ 30,8 bilhões em depósitos de CDB ao fim de 2024.
Banco Master e a estratégia de captação por CDBs
Estadão/UOL — Balanço de 2024. Registra os números divulgados pelo Master para ativos, patrimônio líquido, lucro e captações.
Balanço de 2024 do Banco Master
UOL — Documentos do BRB revelados em 2026. Registra que o BRB informou ter adquirido R$ 22,9 bilhões em carteiras do Master e do Will Bank entre julho de 2024 e outubro de 2025 e sua alegação posterior de ter sido vítima de possível fraude.




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