Toffoli diz que foi convidado por Moraes para evento financiado pelo Banco Master
Documentos da PF apontam participação de Moraes na articulação de encontro em Londres e ampliam crise no STF
Toffoli diz que foi convidado por Moraes para evento financiado pelo Banco Master; documentos da PF ampliam crise no STF
Relatórios da Polícia Federal descrevem participação de Alexandre de Moraes na articulação de encontro realizado em Londres em 2024. Gabinete de Dias Toffoli afirma que convite partiu do colega de Corte e nega relação de amizade ou intimidade com Daniel Vorcaro. Novas revelações surgem às vésperas da sessão extraordinária do Supremo marcada para 15 de setembro.
Por RBL Magazine | RBL Em Foco
11 de setembro de 2026
A crise institucional provocada pelas investigações do Banco Master ganhou um novo capítulo nesta quinta e sexta-feira, após a divulgação de informações contidas em relatórios da Polícia Federal sobre as relações de ministros do Supremo Tribunal Federal com Daniel Vorcaro, ex-controlador do banco.
Entre os elementos que vieram a público está uma declaração do gabinete do ministro Dias Toffoli que estabelece uma ligação direta com Alexandre de Moraes em um dos episódios investigados.
Questionado pela revista piauí sobre sua participação no 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias, realizado em Londres em abril de 2024, Toffoli afirmou, por meio de sua assessoria, que sua participação no evento ocorreu a convite de Alexandre de Moraes.
Na mesma manifestação, Toffoli afirmou que jamais manteve relação de amizade ou intimidade com Daniel Vorcaro.
A declaração ganha relevância porque um relatório da Polícia Federal obtido pela revista descreve justamente uma participação de Moraes na articulação do encontro de Londres.
Segundo a investigação jornalística baseada no documento policial, mensagens atribuídas a Moraes indicam que o ministro sugeriu nomes de convidados, realizou convites e acompanhou a programação da viagem.
A informação não demonstra, por si só, a prática de qualquer ilícito por Moraes, Toffoli ou pelos demais participantes do evento.
Ela acrescenta, porém, uma nova peça à reconstrução das relações mantidas por Daniel Vorcaro e pelo Banco Master com integrantes do sistema político e jurídico brasileiro.
O evento de Londres
O episódio remonta a abril de 2024.
O 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias reuniu em Londres ministros de tribunais superiores, autoridades públicas, empresários e integrantes do meio jurídico.
O Banco Master participou da organização do encontro ao lado de outras entidades. A existência do evento e a participação de ministros do STF já haviam sido noticiadas anteriormente.
O elemento que agora ganha nova dimensão é a participação atribuída a Alexandre de Moraes na mobilização dos convidados.
Uma das mensagens divulgadas anteriormente e atribuídas ao ministro apresentava o encontro como organizado pelo ConJur, Correio Braziliense e Banco Master.
Ou seja, de acordo com o material divulgado, a presença do Banco Master na organização não estaria oculta na comunicação utilizada para convidar participantes.
Toffoli afirma que o convite partiu de Moraes
A manifestação de Toffoli é particularmente relevante porque não se trata de uma interpretação de terceiros sobre sua presença no encontro.
É a versão apresentada pelo próprio gabinete do ministro.
À piauí, sua assessoria declarou que a participação de Toffoli no evento de Londres ocorreu a convite de Alexandre de Moraes. Também negou relação de amizade ou intimidade entre Toffoli e Vorcaro.
A afirmação não significa que Toffoli esteja acusando Moraes de irregularidade.
Esse cuidado é essencial.
Toffoli apenas atribui a Moraes a origem do convite que levou à sua participação no evento.
A relevância jurídica e institucional dessa informação dependerá do contexto dos demais elementos da investigação.
Relatório aponta participação de Moraes na articulação do evento
O relato de Toffoli, entretanto, coincide com elementos descritos no relatório da Polícia Federal.
Segundo a piauí, o documento registra mensagens atribuídas a Moraes relacionadas à organização do encontro.
Fábio Faria teria encaminhado a Daniel Vorcaro uma lista atribuída a Moraes com possíveis convidados. Entre os nomes mencionados estavam integrantes do próprio Supremo e autoridades de outras instituições do sistema de Justiça.
A documentação divulgada anteriormente também inclui mensagem atribuída a Moraes convidando Gilmar Mendes para o encontro e informando expressamente que o Banco Master figurava entre os organizadores.
Novamente, esses elementos não constituem isoladamente prova de crime.
Eles são relevantes porque ajudam a estabelecer a natureza e a extensão dos contatos entre autoridades e o grupo empresarial de Daniel Vorcaro.
Há um segundo relatório: desta vez, sobre Toffoli
As novas revelações, entretanto, não dizem respeito somente a Alexandre de Moraes.
A piauí revelou a existência de um relatório de 196 páginas da Polícia Federal, concluído em fevereiro de 2026, contendo informações sobre as relações entre Dias Toffoli e Daniel Vorcaro.
Segundo a publicação, o documento foi submetido ao STF meses antes de outro relatório, relacionado a Moraes, tornar-se o centro da atual crise.
O relatório relacionado a Toffoli teria permanecido sob sigilo.
Sua existência introduz uma questão adicional no conflito atual: como diferentes informações encontradas pela PF envolvendo ministros do Supremo foram tratadas institucionalmente?
PF levantou hipótese envolvendo fundo ligado ao resort Tayayá
Um dos pontos mais sensíveis do relatório diz respeito ao fundo de investimento Arleen.
Segundo o documento da PF obtido pela piauí e posteriormente repercutido por Folha e UOL, investigadores trabalharam com a hipótese de que Toffoli pudesse ser beneficiário final ou proprietário de fato de ativos relacionados ao fundo.
O Arleen esteve ligado à estrutura societária do resort Tayayá, no Paraná, anteriormente associado à família do ministro.
Segundo o relatório, o fundo recebeu aproximadamente R$ 35 milhões de Daniel Vorcaro e posteriormente houve transferência de ativos para uma estrutura nas Ilhas Virgens Britânicas.
Toffoli nega participação em operações financeiras internacionais relacionadas ao episódio e contesta as suspeitas levantadas.
É fundamental destacar: a hipótese formulada pela Polícia Federal não equivale a uma conclusão judicial de que Toffoli seja proprietário do fundo ou tenha praticado crime.
PF identificou encontros entre Toffoli e Vorcaro
O relatório também descreve uma quantidade significativa de contatos entre Toffoli e Daniel Vorcaro.
Segundo o UOL, a Polícia Federal identificou ao menos 12 possíveis encontros entre os dois, em Brasília, São Paulo e Londres.
A reportagem também afirma que o documento registra aproximadamente dez viagens de Toffoli em aeronaves relacionadas a Vorcaro.
Toffoli sustenta que jamais manteve amizade ou intimidade com o ex-banqueiro.
Portanto, existem neste momento duas dimensões diferentes que precisam permanecer separadas:
de um lado, aquilo que a Polícia Federal registrou e considera merecedor de aprofundamento;
de outro, a versão apresentada pelo ministro.
Não existe, até o momento, decisão judicial definitiva estabelecendo que esses contatos tenham natureza ilícita.
PF também questionou possível influência sobre voto
Outro ponto descrito no relatório é particularmente sensível por envolver diretamente a atividade jurisdicional.
Segundo a piauí, a Polícia Federal identificou mudança de voto de Toffoli em um processo relacionado a precatórios de uma empresa do setor sucroalcooleiro.
O relatório recomendaria aprofundamento para verificar a hipótese de eventual influência de Daniel Vorcaro sobre a mudança de posicionamento.
O Banco Master possuía exposição significativa a precatórios do setor.
Isso também permanece no campo investigativo.
A existência da suspeita policial não demonstra que Vorcaro tenha efetivamente influenciado uma decisão do ministro.
Dois relatórios e tratamentos diferentes
É aqui que a revelação assume dimensão institucional ainda maior.
A Polícia Federal produziu materiais envolvendo pelo menos dois ministros do STF.
Um deles tratava de Dias Toffoli.
Outro passou a envolver Alexandre de Moraes.
Segundo a piauí, o relatório de 196 páginas envolvendo Toffoli chegou ao Supremo meses antes e permaneceu sob sigilo, enquanto o relatório relacionado a Moraes posteriormente tornou-se público e desencadeou a atual crise entre Alexandre de Moraes, André Mendonça, a Polícia Federal, a PGR e a Presidência do STF.
Isso introduz uma pergunta que provavelmente ganhará importância nos próximos dias:
o Supremo e a relatoria do caso Banco Master aplicaram os mesmos critérios aos elementos encontrados contra diferentes integrantes da Corte?
Essa pergunta não pressupõe que qualquer dos ministros tenha cometido crime.
Trata-se de uma questão sobre uniformidade procedimental, imparcialidade e tratamento institucional das investigações.
A própria origem do caso no STF voltou a ser questionada
Documentos cujo sigilo foi retirado nesta semana também trouxeram uma nova informação sobre a chegada da Operação Compliance Zero ao Supremo.
Segundo documento divulgado e analisado pela CNN Brasil, em 2 de dezembro de 2025, a Polícia Federal informou a Toffoli que, naquele momento, a investigação permanecia concentrada em crimes financeiros e não havia identificado indícios envolvendo autoridades com prerrogativa de foro.
No dia seguinte, Toffoli determinou que os processos relativos à Operação Compliance Zero e ao Banco Master fossem remetidos ao STF e concentrados sob sua relatoria.
O próprio STF confirma oficialmente que Toffoli foi sorteado relator em 28 de novembro de 2025 e que, em 3 de dezembro, determinou a remessa do processo ao Supremo, preservando as cautelares e o sigilo existentes.
A sequência temporal não demonstra, isoladamente, irregularidade na decisão de Toffoli.
Mas agora integra o conjunto de decisões que deverá ser reconstruído para compreender como o caso Master passou da primeira instância ao Supremo.
O caso deixa de envolver apenas Moraes e Mendonça
Esse talvez seja o principal desenvolvimento produzido pela abertura dos documentos.
A crise inicialmente apresentada como um conflito entre Alexandre de Moraes e André Mendonça começa a revelar uma estrutura muito mais ampla.
Dias Toffoli passa a ocupar posição relevante nessa reconstrução.
Outras autoridades também aparecem em diferentes documentos, mensagens e investigações.
Isso não significa que todas estejam sendo acusadas de crime.
Significa que a investigação do Banco Master criou um problema institucional particularmente delicado:
o Supremo precisa estabelecer como investigar informações que atingem integrantes do próprio Supremo.
Por que a declaração de Toffoli sobre Moraes importa
Isoladamente, dizer que Moraes convidou Toffoli para um evento não teria grande relevância.
O contexto muda essa avaliação.
O encontro foi relacionado ao Banco Master.
Documentos policiais descrevem participação de Moraes na articulação de convidados.
Toffoli confirma que recebeu de Moraes seu convite.
E os fatos estão sendo conhecidos justamente no momento em que o STF precisa decidir como tratar elementos da investigação relacionados aos seus próprios integrantes.
A importância da declaração, portanto, está na corroboração parcial de uma sequência documental.
Ela não comprova ilícito.
Mas acrescenta uma fonte identificável — o próprio gabinete de outro ministro do STF — a uma parte da narrativa reconstruída pela Polícia Federal.
O que ainda não está provado
Até a publicação desta reportagem:
não há decisão judicial definitiva estabelecendo que Alexandre de Moraes tenha cometido crime em sua relação com pessoas ligadas ao Banco Master;
não há decisão judicial definitiva estabelecendo que Dias Toffoli tenha recebido recursos ilícitos de Daniel Vorcaro;
não está judicialmente estabelecido que Toffoli seja beneficiário final do fundo Arleen;
não está comprovado que Daniel Vorcaro tenha influenciado voto de Toffoli;
e a participação de ministros em um evento patrocinado ou organizado pelo Banco Master não constitui, isoladamente, prática criminosa.
O que existe é um conjunto crescente de documentos, mensagens, relatórios policiais, manifestações de autoridades e decisões processuais que precisam ser analisados pelas instituições competentes.
O foco agora se volta para 15 de setembro
A divulgação ocorre poucos dias antes da sessão extraordinária do Supremo marcada para 15 de setembro.
A Corte deverá enfrentar a controvérsia sobre os procedimentos investigativos envolvendo Alexandre de Moraes e a atuação de André Mendonça.
A abertura de novos documentos aumenta a pressão para que a discussão não seja reduzida a um confronto pessoal entre os dois ministros.
A questão institucional tornou-se maior:
qual deve ser o procedimento quando uma investigação encontra elementos relacionados a integrantes do próprio Supremo Tribunal Federal?
E existe uma segunda pergunta, igualmente importante:
o mesmo procedimento será aplicado independentemente de qual ministro apareça no material investigativo?
É essa resposta que poderá determinar se a crise do Banco Master permanecerá como uma disputa interna entre ministros ou produzirá uma nova regra institucional para investigações envolvendo integrantes da mais alta Corte do país.
LINHA DO TEMPO | BANCO MASTER, TOFFOLI, MORAES E A CRISE NO STF
Do mais recente para o mais antigo
11 DE SETEMBRO DE 2026 | Toffoli diz que convite para evento partiu de Moraes
Torna-se pública a manifestação enviada pelo gabinete de Dias Toffoli à revista piauí. O ministro afirma que sua participação no evento de Londres ocorreu a convite de Alexandre de Moraes e nega amizade ou intimidade com Daniel Vorcaro.
Na mesma data, repercutem informações do relatório de 196 páginas da PF envolvendo Toffoli, entre elas as hipóteses relacionadas ao fundo Arleen, contatos com Vorcaro e outros elementos cuja apuração a polícia considerava necessária aprofundar.
11 DE SETEMBRO | Fachin exige ampliação do acesso aos documentos
Depois de PGR, Moraes e Zanin questionarem a extensão da abertura do material, Fachin solicita a Mendonça remessa mais abrangente dos procedimentos relacionados à Petição 15.556 e à Operação Compliance Zero, ressalvando diligências cujo sigilo continue necessário.
Mendonça sustenta posteriormente que as peças efetivamente disponíveis relacionadas ao caso já haviam sido publicizadas.
10 DE SETEMBRO | Documentos do Master começam a ser abertos
Mendonça retira o sigilo da petição principal e de 14 procedimentos relacionados ao caso, preservando informações cuja divulgação pudesse comprometer diligências.
A abertura permite acesso a documentos anteriormente desconhecidos do público.
10 DE SETEMBRO | Relatório de 196 páginas sobre Toffoli vem a público
A piauí revela a existência do relatório produzido pela PF sobre as relações entre Toffoli e Vorcaro.
O documento havia permanecido sob sigilo durante meses.
9 DE SETEMBRO | Crise chega à direção da Polícia Federal
Decisões conflitantes envolvendo André Mendonça e Flávio Dino atingem a direção da Polícia Federal.
Fachin intervém institucionalmente, mantém Andrei Rodrigues no comando da PF e centraliza procedimentos relacionados a potenciais investigações contra integrantes do Supremo.
4 DE SETEMBRO | Presidência do STF assume parte da controvérsia
Documentos relacionados ao questionamento apresentado por Moraes contra a atuação de Mendonça são retirados do Inquérito 4.781 e passam à Petição 16.704, sob condução da Presidência do STF.
3 DE SETEMBRO | Fachin pede explicações
O presidente do STF abre procedimento e solicita manifestações de Alexandre de Moraes, André Mendonça, Paulo Gonet e Andrei Rodrigues sobre a condução das investigações.
1º DE SETEMBRO | Relatório relacionado a Moraes ganha publicidade
Documentos e mensagens relacionados a Alexandre de Moraes entram no centro da controvérsia.
Entre os elementos divulgados aparecem registros relacionados ao evento de Londres e à atuação atribuída ao ministro na escolha e convite de participantes.
A partir daí, a validade da forma pela qual esses elementos foram produzidos e analisados torna-se objeto de conflito dentro do próprio STF.
FEVEREIRO DE 2026 | PF conclui relatório de 196 páginas envolvendo Toffoli
Quatro delegados da Polícia Federal assinam relatório sobre elementos relacionados a Dias Toffoli e Daniel Vorcaro.
Entre as hipóteses investigativas posteriormente reveladas estão questões envolvendo o fundo Arleen, contatos entre Toffoli e Vorcaro e possível influência em decisão judicial.
Segundo a piauí, o documento chegou ao STF e permaneceu sob sigilo.
29 DE JANEIRO DE 2026 | STF divulga nota sobre atuação de Toffoli
O gabinete de Toffoli publica nota oficial explicando os principais atos praticados pelo ministro na condução do caso Master e defendendo a regularidade das medidas adotadas.
24 DE DEZEMBRO DE 2025 | Toffoli determina acareação
Toffoli determina acareação envolvendo Daniel Vorcaro, Ailton de Aquino, do Banco Central, e Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB.
A PGR pede suspensão da medida, mas Toffoli mantém a audiência.
23 DE DEZEMBRO | Relação de Moraes com o Banco Master entra no debate público
Reportagens passam a relatar contatos de Alexandre de Moraes com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
Moraes e Banco Central apresentam explicações sobre a natureza desses contatos.
15 DE DEZEMBRO | Toffoli determina diligências
Já com o caso no STF, Toffoli determina realização de diligências e oitivas consideradas urgentes para a investigação.
O próprio STF registra oficialmente essa sequência.
3 DE DEZEMBRO DE 2025 | Caso Master é concentrado no STF
Toffoli determina que o processo seja remetido ao Supremo, preservando as medidas cautelares e o sigilo anteriormente decretados.
O STF confirma oficialmente a decisão.
2 DE DEZEMBRO | PF informa não ter identificado autoridades com foro naquele momento
Documento posteriormente tornado público mostra que a Polícia Federal havia informado a Toffoli que, naquele estágio, a investigação continuava concentrada em crimes financeiros e não havia identificado elementos envolvendo autoridades com prerrogativa de foro.
No dia seguinte, o processo seria levado ao Supremo.
28 DE NOVEMBRO | Toffoli torna-se relator
Dias Toffoli é escolhido por sorteio como relator da Operação Compliance Zero no Supremo Tribunal Federal.
ABRIL DE 2024 | O evento de Londres
É realizado o 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias, em Londres, com participação de ministros, autoridades, empresários e integrantes do meio jurídico.
O Banco Master figura entre os organizadores do encontro.
Documentos posteriormente analisados pela Polícia Federal indicariam participação de Alexandre de Moraes na articulação de convidados e da programação.
Mais de dois anos depois, Dias Toffoli afirmaria à piauí que participou do encontro a convite de Moraes.
Nota editorial da RBL Magazine
A presença de nomes de autoridades em mensagens, relatórios policiais, documentos, reuniões, eventos ou procedimentos investigativos não constitui, isoladamente, prova da prática de ilícito.
A RBL Magazine diferencia, nesta reportagem, fatos documentados, hipóteses investigativas da Polícia Federal, informações obtidas pela imprensa, versões apresentadas pelas autoridades e decisões efetivamente tomadas pelo Poder Judiciário.
As referências a suspeitas envolvendo Dias Toffoli ou Alexandre de Moraes são apresentadas conforme a natureza atribuída pelas fontes e não representam conclusão da RBL Magazine sobre responsabilidade criminal.
Última atualização: 11 de setembro de 2026.




COMENTÁRIOS