Cármen Lúcia antecipa transição de comando no TSE para Nunes Marques

Cármen Lúcia antecipa transição de comando no TSE para Nunes Marques

jovempan.com.br
Cármen Lúcia antecipa transição de comando no TSE para Nunes Marques




A ministra Cármen Lúcia, atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e também magistrada do Supremo Tribunal Federal (STF), antecipou os ritos para sua saída do cargo nesta quinta-feira (9).


Ela marcou para a próxima terça-feira (14) a eleição para escolha dos novos presidente e vice da corte eleitoral. Pelo rodízio do Tribunal, Nunes Marques, também do STF, assumirá a presidência, enquanto André Mendonça ocupará o cargo de vice.


“Considerando que, em 3 de junho, sobrariam pouco mais de 100 dias [para o pleito], e tendo em vista o enorme trabalho que tenho a realizar no STF, decidi, em vez de deixar para o último dia, iniciar agora a eleição dos novos dirigentes”, disse Cármen durante a sessão desta quinta.


A data de posse para o sucessor será anunciada até o fim de maio. A decisão antecipa planejamento e compartilhamento de dados com os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Cármen Lúcia assumiu a presidência do TSE em julho de 2024, para seu segundo mandato.


Ética e transparência


Em discurso de abertura do ano eleitoral em fevereiro, ministra defendeu uma conduta “ética e transparente” dos magistrados e disse que “questões específicas” impõem aos juízes eleitorais “comportamento ainda mais rigoroso” durante o pleito deste ano.


Para Cármen Lúcia, a conduta “ética e transparente” dos magistrados quanto às suas “ações, motivações e decisões” confere legitimidade à “atuação do Judiciário” e garante a “lisura” das eleições. A presidente do TSE acrescentou também que a “democracia impõe ética, transparência e eficiência no atuar” da Justiça.


A presidente do TSE disse ser esperado dos partidos políticos que “igualmente” desempenhem suas funções no “ambiente da legalidade, da moralidade e na clareza pública de seus comportamentos”. Sobre o papel do Ministério Público Eleitoral, a ministra afirmou que o órgão terá de trabalhar com “celeridade, apego ao direito e competência” durante o pleito. Cármen Lúcia ainda destacou o papel de advogados e da imprensa para a manutenção da confiança na Justiça Eleitoral e nas eleições.




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.